01/03/2012 :: Ela me apresentou duas coroas

 

Ela me apresentou duas coroas 

 

 
O Padre Maximiliano Kolbe nasceu em Zdunska Wola (Polônia) a 8 de janeiro de 1894. Sua família era extremamente pobre, mas profundamente devota. Ele, porém, comportava-se de forma buliçosa, turbulenta, até o dia em que a mãe escreveu-lhe as seguintes palavras: "Meu pobre menino, o que será de você?". Esta pergunta o deixou transtornado. 
 
A seguir, um fato extraordinário e fundamental aconteceu, conforme relatou ele para a mãe: "Eu rezei muito para a Virgem Santíssima pedindo que me dissesse o que seria do meu futuro. Então, ela me apareceu, portando duas coroas nas mãos: uma branca, a outra vermelha. Olhando-me, amorosamente, ela me propôs as duas. A branca significa que serei sempre puro, e a vermelha, que serei mártir. Eu aceitei as duas!"
 
Franciscano conventual desde 1907, fundou a Milícia da Imaculada (16-10-1917), associação destinada ao apostolado católico e mariano. Instalou uma tipografia católica e editou a revista mariana Cavaleiro da Imaculada, que alcançou a significativa tiragem de um milhão de exemplares, em 1939. Chegou a instalar uma emissora de rádio e a estender suas atividades apostólicas até o Japão: entre 1930 e 1936 foi missionário em Nagasaki.
 
Durante a Segunda Guerra Mundial deu abrigo a muitos refugiados, incluindo cerca de 2000 judeus. Em 17 de fevereiro de 1941, foi preso pela Gestapo, junto a outros quatro frades- pois os nazistas temiam a sua influência na Polônia-, e levado para a prisão de Pawiak, em Varsóvia. Lá, foi violentamente espancado por ser religioso e padre. Para as crianças que ficaram em Niepokalanow (cidade da Imaculada), ele escreveu: "A dulcíssima e Imaculada Mãe sempre nos envolveu com sua ternura e sempre tomará conta de nós. Deixemo-nos conduzir por ela, de forma cada vez mais perfeita e a seu bel-prazer, a fim de que, cumprindo nossos deveres até o fim, possamos, por amor, salvar muitas almas." Alguns dias mais tarde, Padre Maximiliano Kolbe é transferido para o campo de concentração de Auschwitz. No dia 14 de agosto de 1941, ele ofereceu a sua vida para salvar a de um companheiro do campo.
 
Trancado com outros dez, numa cela onde morreriam todos de fome, após dez dias passados em oração, ainda foi encontrado com vida pelos carcereiros que o mataram com uma injeção de ácido fênico. Seu corpo foi cremado e suas cinzas espalhadas pelo campo, misturando-se às cinzas de quase três milhões de outras vítimas do ódio nazista contra a humanidade. Foi o mártir do amor, no oceano de ódio que invadiu a sociedade humana.
Num texto anterior à sua morte, Pe. Kolbe tinha escrito quase uma profecia: "Desejo ser pó para a glória da Mãe Imaculada e de Deus Pai. Possa o vento levar este pó pelo mundo afora, a fim de que nada permaneça de mim. Assim, o sacrifício para Maria Imaculada será completo." Também já tinha escrito: "Somente com o sofrimento se aprende verdadeiramente o amor. Com o sofrimento e a perseguição, não somente seremos santos, mas levaremos também os nossos perseguidores a Deus." 
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" Eu desejo novamente aproximar vocês de meu Imaculado Coração, onde encontrarão abrigo e paz  " 
Mensagem de Nossa Senhora do dia 25 de Janeiro de 2012
 
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Um grande abraço e Santa Quaresma
 
Pe. Carlos Macedo, scj 
Autor do livro "Medjugorje, o Lugar do Amor" Ed. Paulinas.
 

 

Ela apresentou-me duas coroas 

 

O Padre Maximiliano Kolbe nasceu em Zdunska Wola, Polónia, em 8 de Janeiro de 1894. A sua mãe era extremamente pobre, mas profundamente devota. Ele, porém, comportava-se de forma irrequieta, turbulenta, até ao dia em que a mãe lhe disse as seguintes palavras: "Meu pobre filho, o que será de ti?". Esta pergunta deixou-o consternado.
 
Depois disto, aconteceu algo decisivo e extraordinário, segundo o que relatou à sua mãe: "Eu rezei muito à Santíssima Virgem, pedindo-Lhe que me dissesse qual seria o meu futuro. Então, Ela apareceu-me, trazendo nas Suas mãos, duas coroas: uma branca, outra vermelha. Olhando-me, amorosamente, Ela mostrou-me as duas. A branca significa que serei sempre puro e, a vermelha, que serei mártir. Eu aceitei as duas!"
 
Franciscano conventual desde 1907, fundou a Milícia da Imaculada, em 16 de Outubro de 1917, associação destinada ao apostolado católico e mariano. Instalou uma tipografia católica e editou a revista mariana Cavaleiro da Imaculada, que alcançou a significativa tiragem de um milhão de exemplares, em 1939. Instalou uma emissora de rádio e estendeu as suas actividades apostólicas até ao Japão. De 1930 a 1936 esteve em Nagasaki, como missionário.
 
Durante a Segunda Guerra Mundial deu abrigo a muitos refugiados, incluindo cerca de 2000 judeus. Em 17 de Fevereiro de 1941, foi preso pela Gestapo, em conjunto com mais quatro frades, seus companheiros – os nazistas temiam a sua influência na Polónia – e levado para a prisão de Pawiak, em Varsóvia. Neste local, foi violentamente espancado por ser religioso e por ser padre. Às crianças que ficaram em Niepokalanow (cidade da Imaculada), ele escreveu: "A dulcíssima e Imaculada Mãe envolveu-nos sempre com a Sua ternura e tomará sempre conta de nós. Deixemo-nos conduzir por Ela, de forma cada vez mais perfeita e a Seu bel-prazer, a fim de que, cumprindo os nossos deveres até ao fim, possamos, por amor, salvar muitas almas". Alguns dias mais tarde, o Padre Maximiliano Kolbe é transferido para o campo de concentração de Auschwitz. No dia 14 de Agosto de 1941, ofereceu a sua vida para salvar a vida de um pai de família, de um companheiro do campo.
 
Foi enclausurado com outros dez num “bunker” de fome, onde se esperava que todos morressem; após dez dias passados em oração, os carcereiros encontraram-no ainda com vida e mataram-no com uma injecção de ácido fénico. O seu corpo foi cremado e as suas cinzas espalhadas pelo campo, misturando-se às cinzas de quase três milhões de outras vítimas do ódio nazista contra a humanidade. Foi o mártir do amor, no oceano do ódio que invadiu a sociedade humana, daquela época.
 
Num texto que deixou escrito, o Padre Kolbe profetiza: "Desejo ser pó para glória da Mãe Imaculada e de Deus Pai. Possa o vento levar este pó pelo mundo fora, a fim de que nada permaneça de mim. Assim, o sacrifício oferecido a Maria Imaculada será completo." Também já tinha escrito: "Somente com o sofrimento se aprende verdadeiramente o amor. Com o sofrimento e a perseguição, não só seremos santos, mas levaremos também os nossos perseguidores a Deus."
 
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" Eu desejo aproximar-vos, novamente, do Meu Coração Imaculado, onde encontrareis abrigo e paz  "
Mensagem de Nossa Senhora do dia 25 de Janeiro de 2012
 
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Um grande abraço e Santa Quaresma
 
Pe. Carlos Macedo, scj 
Autor do livro "Medjugorje, o Lugar do Amor" Ed. Paulinas.
 

 


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